Nas próximas semanas, o presidente Lula (PT) deve se reunir com o governador Carlos Brandão para tratar do impasse dentro da base governista no Maranhão. O foco será encontrar uma solução viável para a formação da chapa majoritária de 2026, diante dos conflitos internos e acordos rompidos entre os aliados locais.
Brandão pretende apresentar sua proposta: renunciar ao cargo em abril de 2026 para disputar o Senado, com Felipe Camarão (PT) concorrendo a deputado federal. A proposta, no entanto, já foi rejeitada por Camarão, que não precisa deixar a vice-governadoria para disputar uma vaga na Câmara.
Diante do impasse entre palacianos e dinistas, o PT nacional avalia sugerir um nome alternativo para a sucessão, fora de Felipe e Orleans Brandão (MDB). A ideia seria unificar o grupo e garantir apoio à reeleição de Lula.
O problema: nenhum dos lados aceita abrir mão. Palacianos apostam na força de Orleans; dinistas temem falta de apoio real nas proporcionais. Sem consenso, o PT corre o risco de ver seu grupo político implodir no estado. Para manter a base unida, alguém terá que ceder.
Compartilhe isso:
- Clique para compartilhar no X(abre em nova janela) 18+
- Clique para compartilhar no Facebook(abre em nova janela) Facebook
- Clique para compartilhar no Telegram(abre em nova janela) Telegram
- Clique para compartilhar no WhatsApp(abre em nova janela) WhatsApp
- Clique para enviar um link por e-mail para um amigo(abre em nova janela) E-mail
