O líder da oposição no Senado, Rogério Marinho (PL-RN), entrou no debate sobre a atuação do ministro Flávio Dino no Maranhão e criticou a decisão que afastou Daniel Itapary Brandão da presidência do Tribunal de Contas do Estado por 180 dias.
Marinho afirmou não se opor à investigação nem à eventual responsabilização de envolvidos, mas levantou questionamentos sobre imparcialidade e limites da atuação do STF no episódio. A manifestação amplia para Brasília uma crise que até então tinha como principal palco a política maranhense.
O movimento também coloca Dino, ex-governador do Maranhão, no centro de um debate político sobre sua atuação como relator de investigações que alcançam personagens do estado que governou.
