O Instituto Médico Legal (IML) do Rio de Janeiro por meio de laudo informou que Juliana Marins pode ter ficado viva entre 10 e 15 minutos após cair no vulcão Rinjani, na Indonésia. A estimativa após nova necropsia, feita no Brasil, após pedido da família divulgada nesta terça-feira, 08.
De acordo com os peritos, a causa da morte foi hemorragia interna provocada por múltiplas lesões traumáticas, incluindo fraturas na pelve, tórax e crânio. O laudo indica que, embora estivesse viva após o impacto, Juliana não tinha condições de se mover ou reagir.
O documento também descreve um “período agonal” entre o trauma e a morte, com deterioração progressiva das funções vitais. Segundo o IML, o embalsamamento feito para o transporte do corpo comprometeu a análise de sinais clínicos, como hipotermia e desidratação, e impediu a identificação precisa do momento da morte.
Juliana caiu no dia 21 de junho, e o resgate ocorreu efetivamente apenas no dia 25. O corpo chegou ao Brasil em 1º de julho, por voo comercial, e foi levado à Base Aérea do Rio de Janeiro pela Força Aérea Brasileira (FAB).
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