Chamou atenção uma informação prestada pelo Ministério Público, MP, em recomendação pelo restabelecimento do contrato entre o Instituto Juju e Cacaia”, e a Secretaria de Cultura de São Luís, Secult no que estabeleceria o gerenciamento do carnaval de São Luís.
Segundo o órgão, durante audiência com os promotores que cuidam do caso, a empresa Coelho Produções –subcontratada pela entidade para executar o plano de trabalho apresentado ao município, informou que já teria executado cerca de 90% do contrato de R$ 6,9 milhões entre a entidade e a pasta.

Desdobramento
A informação chama a atenção, e gera questionamentos pertinentes a observação.
Se foi “Juju e Cacaia” quem montou a estrutura da Cidade do Carnaval, quais são as contratações específicas feitas pela Secult por meio da Prefeitura?
E principalmente, quem vai pagar pelo que foi executado antes da anulação do contrato? Já é costume mandar fazer e depois pagar?
O que disse a Secult e contrasta, principalmente com base em nota emitida sobre o caso, é que na ocasião, a pasta garantiu que, apesar da anulação do contrato a programação já anunciada seguiria mantida, “uma vez que a apresentação de artistas e os serviços de infraestrutura de eventos são objeto de contratações específicas”.
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