Após a prisão da influenciadora Tainá Sousa na Operação Dinheiro Sujo, uma nota atribuída à sua assessoria foi divulgada neste sábado (2), alegando que os diálogos com uma suposta “lista negra” — que motivaram sua prisão — teriam cunho religioso e não criminoso.
Segundo a nota, a conversa se tratava de um “ritual de proteção” com um pai de santo, e não de um plano para execuções, como apontam as investigações. A defesa afirmou que houve “criminalização da fé” e disse esperar a revogação da prisão.
A justificativa, no entanto, causou forte reação pública. Para muitos, a explicação soa como tentativa de desviar o foco das acusações sérias envolvendo ameaças a autoridades e jornalistas, além da promoção de jogos ilegais.
Enquanto isso, Tainá segue presa no Complexo de Pedrinhas, em São Luís à disposição da Justiça.
Integra da nota divulgada pela assessoria.

