Após confessar que disparou contra o sargento da PM Geidson Thiago dos Santos resultando na morte do PM, durante uma vaquejada, o prefeito de Igarapé Grande, João Vitor Xavier (PDT), articula uma estratégia para evitar a prisão preventiva e proteger seu mandato.
Fortemente orientado, ele deve pedir licença de seis meses do cargo, com a vice-prefeita Maria Etelvina Sampaio (PDT) assumindo o comando do município. O prefeito também iniciará um tratamento psiquiátrico, medida que pode ser usada para sustentar uma narrativa de fragilidade emocional.
Mesmo com a gravidade do caso, a chance de cassação é considerada baixa, já que a Câmara Municipal é totalmente formada por aliados. O silêncio dos vereadores reforça críticas de omissão e proteção política, associada ao silêncio da classe política, e das forças de Segurança Publica do Maranhão.
O caso está sob análise do Tribunal de Justiça do Maranhão, devido ao foro privilegiado do prefeito, e levanta questionamentos sobre impunidade, influência partidária e blindagem institucional.
O corpo do soldados ‘Dos Santos’, está sendo sendo velado em Pedreiras sob forte comoção e deverá ser enterrado na tarde desta terça-feira, 08.
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