Um mês após troca de tiros em van que matou dois reféns em Sítio Novo, ninguém foi responsabilizado

Um mês após a troca de tiros em van que matou dois reféns no município de Sítio Novo, ninguém foi responsabilizado. Apesar da morte de dois reféns, e de deixar outros três feridos dentro de uma van, na altura do município Sítio Novo, nenhuma resposta concreta foi manifestada às vítimas ou seus familiares.

As vítimas seguem aguardando respostas do Governo do Estado. Uma das vítimas, o motorista da van Elton Coelho, precisou fazer três cirurgias, após ficar no meio de uma troca de tiros entre policiais e assaltantes de uma quadrilha de banco. Depois de 14 dias ele denuncia que sem emprego, sem poder trabalhar e com o veículo destruído agora não sabe como custear os remédios que são caros.

Na van, também estavam o pai e a esposa dele, além do filho, que também foi atingido pelos disparos, mas continua internado no Hospital Municipal Infantil, sem previsão de alta.

Além dos reféns atingidos no confronto, o piloto do Centro Tático Aéreo (CTA), o tenente-coronel Aniel, foi atingido pelos criminosos na coxa, mas foi socorrido e conseguiu pousar.

Outros dois passageiros acabaram morrendo, entre elas uma idosa de 60 anos. As famílias cobram também respostas por parte do Governo.

A ultima manifestação do Estado dá conta que a Secretaria de Segurança Pública do Maranhão afastou os policiais envolvidos no tiroteio e que a perícia oficial do caso está em andamento para definir a dinâmica dos fatos, e que realizou exames solicitados pelas autoridades, que vão definir agora quanto as responsabilidades no tiroteio.

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