A semana inicia com a expectativa de uma possível conversa entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, atualmente candidato à presidência nas eleições de novembro. A hipótese ganhou força após Trump, ao ser questionado por uma jornalista da TV Globo na última sexta-feira (1º), afirmar que Lula pode falar com ele “quando quiser”.
A declaração, ainda que simbólica, foi tratada com cautela pelo Palácio do Itamaraty. Segundo diplomatas brasileiros, qualquer diálogo direto entre chefes de Estado exige articulação prévia entre as equipes, definição de pauta e alinhamento estratégico.
Neste domingo, 3, durante um evento do Partido dos Trabalhadores, o presidente brasileiro comentou a situação com cautela. “Eu tenho um limite de briga com o governo americano. Eu não posso falar tudo que acho que devo falar. Eu tenho que falar o que é possível”, disse Lula, ressaltando que o Brasil seguirá defendendo seus interesses, mas mantendo os canais de negociação abertos.
Sem citar Trump diretamente, Lula afirmou ainda que a postura soberana do Brasil incomoda “quem acha que manda no mundo”. E completou: “Não pensem que nós temos medo. Não pensem”.
Em suas redes sociais, o presidente reforçou o compromisso do Brasil com o diálogo e a defesa da economia nacional. “Quem define os rumos do Brasil são os brasileiros e suas instituições”, escreveu.
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