A escolha da Trans, deputada federal Érika Hilton para a presidência da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Câmara dos Deputados provocou forte repercussão no meio político e nas redes sociais.
Enquanto lideranças partidárias e parlamentares de diferentes correntes ideológicas se manifestaram sobre o tema, parte da bancada do Maranhão ainda não apresentou posicionamento público. O assunto tem sido acompanhado principalmente em razão da presença de mulheres maranhenses no Congresso Nacional.
Na Câmara dos Deputados, a deputada federal Detinha, do PL, uma das representantes femininas do estado e ligada ao segmento evangélico, ainda não havia se pronunciado publicamente sobre a escolha até o momento da publicação desta matéria.
Já no Senado Federal, o Maranhão também conta com representação feminina da senadora evangélica de esquerda, Eliziane Gama, conhecida pela atuação em pautas do Governo Federal. Assim como outros parlamentares da bancada maranhense, ela também não havia divulgado posicionamento específico sobre a nova composição da comissão. Nas últimas horas, Eliziane se ocupou de fazer forte defesa do governo Lula no âmbito da CPMI que apura o rombo do INSS.
A Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher é responsável por discutir projetos e políticas voltadas à proteção e garantia de direitos femininos, além de acompanhar iniciativas relacionadas à igualdade de gênero e combate à violência contra a mulher.
O debate em torno da presidência da comissão tem mobilizado diferentes setores da sociedade e ampliado discussões no ambiente político sobre representatividade, já que uma trans assume o posto que deveria ser naturalmente da mulher biológica
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