Justiça converte prisão preventiva de Eva Curió e vice-prefeita de Turilândia em domiciliar

Investigadas na Operação Tântalo II, a primeira-dama de Turilândia, Eva Maria Oliveira Cutrim Dantas, e a vice-prefeita Tanya Karla Cardoso Mendes Mendonça, ambas apontadas nas investigações que apuram o desvio de R$56 milhões dos cofres públicos, tiveram a prisão preventiva convertida em prisão domiciliar por decisão da desembargadora Graça Amorim, do Tribunal de Justiça do Maranhão. As investigações apuram a atuação de um suposto esquema criminoso na Prefeitura do município.

A decisão levou em conta parecer do Ministério Público e a análise de estudo social anexado ao processo, com base no Código de Processo Penal e na Constituição Federal. As investigadas deverão permanecer em recolhimento domiciliar integral, podendo sair apenas com autorização judicial, além de estarem sujeitas ao uso de tornozeleira eletrônica, se disponível.

Também foi determinada a proibição de contato com outros investigados ou testemunhas. O descumprimento das medidas pode resultar na revogação do benefício e na aplicação de sanções mais rigorosas.

Os demais investigados, incluindo prefeito Paulo Curió, e demais envolvidos da administração pública, seguem em prisão preventiva em Pedrinhas, além dos vereadores da Câmara Municipal que estão em prisão domiciliar.

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