A Guarda Municipal de São Luís vive uma crise marcada por denúncias de perseguição interna, assédio e cortes de benefícios. A insatisfação levou a um abaixo-assinado com mais de 300 assinaturas pedindo a saída do secretário de Segurança e Cidadania, Marcos Afonso.
Os agentes criticam um projeto enviado à Câmara que aumenta a jornada semanal de 30 para 40 horas e reduz o valor da hora trabalhada, medida apelidada pela categoria de “pacote de maldades”. Eles afirmam que, após cobrarem vereadores, sofreram retaliações, como o fim do programa “Ronda na Rua” e das escalas extras que complementavam a renda.
A categoria também denuncia tentativa de suspensão do porte de arma funcional, além de apontar supostas irregularidades administrativas, como a existência de “funcionários fantasmas” e pagamento elevado de horas extras a servidores. Diante do cenário, os guardas não descartam a possibilidade de greve.
