O Partido dos Trabalhadores no Maranhão enfrenta mais um capítulo de suas disputas internas, que acabaram judicializadas. Uma decisão da 3ª Vara Cível de São Luís julgou improcedente o pedido que tentava anular a validação da candidatura de Francimar Melo à presidência estadual da legenda.
Com isso, a atual comissão provisória pode ser destituída e o diretório eleito no Processo de Eleição Direta (PED) poderá ser empossado. Ainda cabe recurso ao Tribunal de Justiça do Maranhão, mas há avaliação interna de que os candidatos derrotados não devem recorrer.
O receio envolve mudanças previstas após o 8º Congresso Nacional do PT, que podem determinar expulsão imediata de filiados que judicializarem questões internas. Além disso, o partido precisa estar com a nova direção empossada para realizar o encontro estadual que definirá sua tática eleitoral e os rumos da sigla no Maranhão.
Hoje, o PT local, está dividido entre candidatura própria, aliança com Orleans Brandão ou mesmo uma composição com o prefeito Eduardo Braide. A decisão judicial pode representar uma forçada trégua, mas evidencia as fortes divergências internas da legenda.
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