Durante discurso na comemoração dos 46 anos do PT, em Salvador (BA), o presidente Lula afirmou que “90% dos evangélicos ganham benefícios do governo” e defendeu que o partido precisa se aproximar desse público.
A fala gerou reação de lideranças evangélicas, que contestaram os números e acusaram o presidente de tentar usar programas sociais para influência política. Dados do IBGE indicam que a população evangélica é de cerca de 47 milhões de pessoas, número incompatível com o percentual citado por Lula.
O líder do PL na Câmara, deputado Sóstenes Cavalcante (RJ), criticou a declaração e afirmou que o presidente estaria “usando o Estado para tentar comprar consciência”.
