A Prefeitura de São Luís, o Ministério Público do Trabalho, representantes dos trabalhadores e das empresas de ônibus voltam a se reunir logo mais as 11h, para mais uma tentativa de acordo, após três dias de greve do serviço na capital.
Nos bastidores, correntes já antecipam que o setor patronal não pretende ceder, e deve esticar o movimento, por tempo indeterminado. O objetivo é assistir um suposto ‘fiasco’ na impossibilidade de execução do chamado ‘Uber-Braide’, proposto pelo prefeito, e aprovado por unanimidade pela Câmara de São Luís.
Ainda na segunda-feira, 17, Braide usou as redes sociais para prometer agilidade no funcionamento do serviço, e oferecer condução aos quase 700 mil usuários do transporte público, prejudicados com a greve. O projeto foi aprovado em tempo recorde pela Câmara Municipal, e dois dias depois, a população se quer sabe detalhes de como vai funcionar, ou quem terá direito ao benefício.
Já os empresários, seguem de pires na mão, sob a constante alegação que não podem custear o reajuste salarial da categoria, e agora aguardando o desdobramento do novo ‘serviço público’, anunciado.
Semiurbano
Os ônibus intermunicipais, que atendem São José de Ribamar, Raposa, Paço do Lumiar e Bacabeira, voltaram a circular, sem reajuste de tarifas, depois que o Governo do Maranhão garantiu subsídios às empresas.
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